Esqueça os estereótipos. Eu não me encaixo em nenhum deles. Sou o designer menos designer que eu conheço. Com exceção do café em demasia, não tenho nenhum outro hábito da classe. Nada de drinks coloridinhos. All Star? Não calço um há pelo menos 10 anos. Música alternativa? Gosto mesmo é de um bom samba. Filmes do Tarantino? Adoro uma comédia pastelona.

Mas não me julgue, pois quero apenas ser eu. Minha autenticidade é algo que não abro mão. Enxergo o mundo com os olhos de alguém que simplesmente quer ver, sentir, tocar, cheirar e ouvir, sem toda aquela burocracia social, sem todas aquelas convenções, que mais aprisionam do que organizam a minha criatividade. Sou apaixonado pelo design e pela fotografia, mas nada disso me controla. No entanto, não se engane, sou até bom no que faço – e me perdoe pela falsa modéstia.

Nesse ponto você deve estar se perguntando “mas e as suas credenciais, sua formação acadêmica e sua experiência de trabalho?”. Tenho tudo isso, mas não acho necessário citar essas coisas. Meu trabalho fala por mim.
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